Às vésperas da semifinal da Copa do Mundo diante da Espanha, o presidente da Federação Francesa de Futebol, Philippe Diallo, falou sobre o futuro do comando técnico da França, que terá a saída de Didier Deschamps ao fim do Mundial, após 14anos no cargo.
“Já falei, (o comunicado será) depois da Copa do Mundo. Não vamos acelerar as coisas. Hoje, a seleção está na semifinal. Veremos o restante depois”, disse ao jornal francês “L’Equipe”.
O experiente treinador chegou ao comando da equipe em 2012 e, desde então, disputou quatro Mundiais, incluindo as edições de 2014, 2018 e 2022. Foi campeão na Rússia, em 2018, conquistando o bicampeonato francês após 20 anos do primeiro título, em 1998, quando Deschamps era o volante titular e capitão da equipe.
Entre os nomes especulados para assumir o cargo está o ex-jogador Zinedine Zidane, craque do primeiro título francês e multicampeão como treinador do Real Madrid. Em duas passagens pelo clube espanhol, conquistou 11 troféus, incluindo três Champions League, nas temporadas 2015-16, 2016-17 e 2017-18.
Apesar das especulações envolvendo Zidane, Diallo preferiu despistar e falou sobre sua relação com Deschamps, que, segundo a imprensa, seria conflituosa.
“Primeiro, não mencionei nenhum nome. Segundo, meu relacionamento com Didier evoluiu nos últimos meses, desde o sorteio para a Copa do Mundo, em dezembro. Ouvi seus desejos e sua visão. Entre nós, a relação é boa. Os jogadores são os artistas, o técnico é o diretor e eu sou o produtor”, afirmou Diallo.
Atual vice-campeã do mundo, a França de Kylian Mbappé, Ousmane Dembélé, Michael Olise e companhia entra em campo na terça-feira, às 16h (de Brasília), contra a Espanha, de Lamine Yamal e do treinador Luis de la Fuente, no AT&T Stadium, em Arlington, na região de Dallas, nos Estados Unidos.



