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Justiça do Rio mantém júri de Jairinho no caso Henry Borel após negar novo pedido da defesa

A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido da defesa de Jairo Souza Santos Júnior para suspender o julgamento do caso #HenryBorel, marcado para o próximo dia 25 de maio. Jairinho é acusado pela morte do menino de quatro anos ao lado da ex-companheira, Monique Medeiros.

Henry morreu em 2021 após apresentar sinais de agressão no apartamento onde morava com parte da família, na #BarraDaTijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

O pedido foi analisado pela 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e rejeitado em decisão assinada pelo desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto.

A defesa alegou que não teve acesso ao conteúdo de um disco rígido pertencente a um notebook apreendido durante as investigações. No entanto, o magistrado considerou que o equipamento sofreu danos irreversíveis e destacou que a fase de produção de provas já foi encerrada no processo.

Em março, na primeira data marcada para o júri, os advogados de Jairinho deixaram o plenário durante a sessão em uma tentativa de adiar o julgamento, atitude que gerou críticas na ocasião.

Jairinho, que exercia o cargo de vereador no Rio à época do crime, e Monique Medeiros foram presos em abril de 2021, um mês após a morte da criança. Monique chegou a ser solta em 2022, mas voltou à prisão em 2023 após decisão do Supremo Tribunal Federal.

O advogado Cristiano Medina da Rocha, assistente de acusação, afirmou que acompanha com preocupação as tentativas de adiamento do júri. Segundo ele, familiares da vítima e a sociedade aguardam que o caso seja finalmente julgado pelos jurados.

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Por Redação Folha de Guarulhos.

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