O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) da Fundação Getulio Vargas desacelerou a 0,36% no encerramento de junho, após alta de 0,49% na terceira quadrissemana de junho, e 0,60% em maio. O índice acumula agora alta de 4,32% nos últimos 12 meses.
O índice veio abaixo do piso das expectativas da pesquisa Projeções Broadcast, de 0,37%. A mediana apontava para alta de 0,45% e o teto, de avanço de 0,47%.
Nesta leitura, houve decréscimo em seis dos oito grupos que compõem o IPC-S: Alimentação (1,03% para 0,47%), Habitação (0,61% para 0,37%), Vestuário (-0,13% para -0,52%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,62% para 0,50%), Comunicação (0,10% para 0,02%) e Educação, Leitura e Recreação (0,38% para 0,37%).
Em contrapartida, o grupo Transportes (-0,35% para 0,10%) apresentou avanço em sua taxa de variação.
O grupo Despesas Diversas repetiu a taxa de variação de 1,30% registrada na última apuração.
Influências
As maiores influências de alta do índice partiram de serviços bancários, que manteve variação de 2,18%, passagem aérea (2,03% para 2,84%), tarifa de eletricidade residencial (1,61% para 0,83%), batata-inglesa (24,99% para 9,17%) e plano e seguro de saúde (0,45% para 0,46%).
Na outra ponta, puxaram o índice para baixo etanol (-5,23% para -3,58%), café em pó (-2,51% para -2,26%), gasolina (-1,17% para -0,20%), maçã (-3,73% para -4,00%) e blusa feminina (-0,48% para -1,56%).



