O Tribunal de Contas da União (TCU) deu ciência ao Ministério de Minas e Energia (MME) sobre a insuficiência de recursos financeiros para a execução dos contratos do chamado Programa de Extensão de Vida Útil da Usina Nuclear Angra 1. Essa carência, na avaliação da Corte de Contas, contribui para aumentar o “custo global do empreendimento, podendo conduzir à paralisação ou redução do ritmo das obras”.
A ciência sobre o problema também foi dada à Eletronuclear, à Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional e ao Comitê de Desenvolvimento do Programa Nuclear Brasileiro (CDPNB). Regimentalmente, o “dar ciência” significa que uma irregularidade precisa ser corrigida, tendo o grau maior do que um simples alerta.
Foi votada nesta quarta-feira, 26, uma auditoria sobre os principais contratos associados à implementação do Programa de Extensão da Vida Útil da usina Angra 1 (LTO Angra 1), na Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto, em Angra dos Reis/RJ. A fiscalização foi autorizada a cinco contratos que totalizam volume de recursos fiscalizados de aproximadamente R$ 438,8 milhões.




