Bolsas de Nova York fecham em alta com extensão de cessar-fogo e de olho em balanços

As bolsas de Nova York encerraram a sessão desta quarta-feira, 22, em alta, reagindo ao anúncio dos Estados Unidos de uma extensão do acordo de trégua com o Irã. Os investidores também acompanham a publicação dos balanços corporativos. O S&P 500 e o Nasdaq renovaram recordes de fechamento.

O Dow Jones fechou em alta de 0,69%, aos 49.490,03 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 1,05%, aos 7.137,90 pontos, e o Nasdaq subiu 1,64%, aos 24.657,57 pontos.

Os índices recuperaram parcialmente as perdas registradas nos últimos dias, após a declaração de que a trégua no Oriente Médio está mantida, feita pelo presidente dos EUA, Donald Trump.

Nem mesmo a postura mais agressiva do Irã, que apreendeu e atacou embarcações no Estreito de Ormuz, foi suficiente para acabar com o bom humor dos investidores. Perto do fim do pregão, a secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que Trump,não estabeleceu prazo definitivo para receber uma proposta do Irã

Para o Swissquote, o setor de tecnologia ganha destaque como uma “opção de crescimento relativamente defensiva, impulsionado pela demanda resiliente por inteligência artificial, apesar das tensões no Oriente Médio e da crise energética”.

A Spirit Aviation Holdings saltou 422% no mercado de balcão após o Wall Street Journal publicar que o governo dos Estados Unidos estaria próximo de fechar um acordo de resgate para a Spirit Airlines.

Por sua vez, as ações da empresa de análise de crédito Fair Isaac tombaram 6,4% após os Estados Unidos anunciarem que vão permitir o uso de pontuações de crédito alternativas para solicitar empréstimos.

A GE Vernova subiu 13,6% enquanto a Boeing avançou 5,5% após balanços que agradaram o mercado. Em contrapartida, a United Airlines caiu 5,6% após reduzir as projeções, apesar de superar em lucro e receita.

Mercado aguardava ainda balanços da Tesla (+0,28%) e o IBM (-1,49%) previstos para depois do fechamento da sessão.

Já a Tilray Brands saltou 14,2% após a Bloomberg afirmar que o Departamento de Justiça (DoJ, na sigla em inglês) dos EUA vai reclassificar a marijuana em uma categoria federal menos restritiva.

*Com informações de Dow Jones Newswires

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Por Redação Folha de Guarulhos.

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