A EcoRodovias registrou prejuízo líquido de R$ 10,1 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro líquido de R$ 146,7 milhões em igual período do ano passado.
Já o Ebitda ajustado subiu 12% na mesma base comparativa, para R$ 1,405 milhões. A empresa atribui o resultado ao “crescimento do tráfego de veículos, reajustes das tarifas de pedágio, início da arrecadação de pedágio em três praças, na Ecovias Noroeste Paulista e parcialmente pela Ecovias Raposo Castello, e outras receitas operacionais”.
A margem Ebitda ajustada aumentou 2,4 pontos porcentuais, para 77,6%. Já a receita líquida cresceu 8,5% na comparação anual, para R$ 1,810 milhões.
Por sua vez, a receita líquida ajustada registrou crescimento de 8,5% na mesma base comparativa, totalizando R$ 1,810 bilhão.
A dívida líquida avançou 17,2% ante o primeiro trimestre de 2025, para R$ 22,219 bilhões.
A alavancagem, medida pela relação entre a dívida líquida e o Ebitda ajustado, encerrou março de 2026 em 3,9 vezes, estável na comparação anual e com leve aumento de 0,1 vez em relação a dezembro de 2025.
O capex (investimentos) da companhia somou R$ 973,7 milhões entre janeiro e março deste ano, alta de 3,2% na comparação anual, quando registrou R$ 943,5 milhões. De acordo com a EcoRodovias, o valor foi destinado principalmente às obras de ampliação da capacidade, melhorias e conservação de pavimento na Ecovias Rio Minas, Noroeste Paulista, Araguaia e Capixaba.


