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Bolsas de NY fecham em queda após dados dos EUA e expectativas com Nvidia

Os principais índices das bolsas de Nova York fecharam em leve queda com reações a dados econômicos dos EUA dosadas pela expectativa com o resultado da Nvidia após o fechamento do pregão. As ações da empresa comandada por Jensen Huang registraram a oitava queda em nove pregões.

O índice Dow Jones fechou em baixa de 0,21%, aos 53.464,59 pontos. O S&P 500 recuou 0,02%, a 7.675,80 pontos e o Nasdaq teve perda de 0,08%, encerrando em 26.130,20 pontos.

A Nvidia caiu 1,59%. O Bank of America Securities avalia que resultados acima do esperado e elevação de estimativas provavelmente já estão precificados. “Espera-se que o segundo trimestre fiscal traga o habitual desempenho acima do esperado nas vendas – com a consequente revisão para cima das projeções – impulsionado pela aceleração da plataforma Vera Rubin”.

No entanto, esse dado principal é o aspecto menos relevante. “O que realmente importa é a possível divulgação de seus compromissos fora do balanço patrimonial destinados a garantir suprimentos, energia, modelos e demanda”, pontuaram analistas da instituição”, notam os analistas. “Embora a quantificação dessas obrigações não elimine os riscos associados à expansão da infraestrutura de IA, ela permite que o mercado precifique adequadamente a empresa, considerando o que avaliamos como um valuation atualmente descontado.”

A Intel subiu 0,9% e a Broadcom cedeu 0,32%. A Salesforce ficou perto da estabilidade (-0,03%) antes de seu balanço.

A Abercrombie & Fitch disparou 36% depois que os resultados do segundo trimestre fiscal e a projeção de lucro da varejista vieram acima das expectativas.

A Meta encerrou a sessão com valorização de 1,07% após fechar acordo de US$ 18 bilhões com 48 estados e adotar limite de tempo para menores.

O mercado seguiu precificando a manutenção da taxa básica de juros nos EUA como o desfecho mais provável no encontro do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de setembro e se mantém dividido sobre qual será a postura em outubro, após o índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês), referência para a política monetária norte-americana, subir acima do esperado em julho.

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Por Redação Folha de Guarulhos.

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