A carteira de crédito ampliada do Santander Brasil chegou a R$ 714,769 bilhões no segundo trimestre de 2026, crescimento de 5,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, houve alta de 1,3%.
O desempenho foi puxado principalmente pelo saldo do financiamento ao consumo, que registrou expansão anual de 15,3% e trimestral de 5,6%, a R$ 100,766 bilhões
A carteira de pessoas físicas, por outro lado, teve queda de 0,1% no confronto anual, para R$ 263,424 bilhões. O crédito consignado totalizou R$ 56,131 bilhões, com queda de 3,3% ante o primeiro trimestre e de 14,7% ante um ano.
Já carteira de cartão de crédito para PF atingiu R$ 65,198 bilhões, com alta de 2,9% ante o primeiro trimestre e de 13% na comparação com 12 meses antes.
No segmento de empresas, a carteira de pessoa jurídica do Santander Brasil fechou junho em R$ 350,58 bilhões, um aumento de 8% ante igual mês de 2025 e de 1,7% ante março deste ano. Em destaque, a de pequenas e médias empresas avançou 11,5% no comparativo anual, para R$ 95,957 bilhões, enquanto a de grandes empresas avançou 6,8%, a R$ 254,623 bilhões.
Já a carteira rural à pessoa física teve queda anual de 15,3%, a R$ 8,377 bilhões no segundo trimestre. A carteira rural à pessoa jurídica recuou 15,2%, a R$ 10,630 bilhões.
O crédito imobiliário PF encerrou o trimestre em R$ 77,214 bilhões, alta de 10,6% em um ano, enquanto na PJ, houve crescimento de 11,6%, para R$ 91,704 bilhões.


