Bolsas de NY fecham em alta com recordes no Dow Jones e S&P em dia de noticiário intenso

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta terça-feira, 06, com recordes do Dow Jones e S&P 500 no fechamento, em um dia de noticiário intenso, que teve como destaque o setor de chips, com fortes avanços. Os desdobramentos da mudança no regime venezuelano seguem observados, especialmente para os setores de defesa e petróleo, que contou com algumas quedas, devolvendo parte dos ganhos da sessão anterior.

O Dow Jones subiu 0,99%, aos 49.462,08 pontos, enquanto o S&P 500 encerrou com ganho de 0,62%, aos 6.944,82 pontos e o Nasdaq teve avanço de 0,65%, aos 23.547,17 pontos.

A Micron subiu 10%, impulsionada pela perspectiva de crescimento da demanda por semicondutores ligados a data centers e inteligência artificial (IA). O movimento acompanhou o rali mais amplo do setor. Ações de empresas especializadas em armazenamento de dados dispararam, com a SanDisk subindo 27,6%, enquanto a Western Digital teve alta de 16,7% e Seagate Technology avançou 14,3%. A Microchip Technology subiu 11,6% com previsão de receita acima da previsão anterior.

A Moderna disparou 10,9% após apresentar pedidos para aprovação de uma vacina RNA mensageiro para a gripe. Outra empresa do setor com ganho foi a GSK (3,1%) após medicamento para tratamento de asma severa e rinossinusite crônica ser aprovado para comercialização no Japão. A Eli Lilly (+2,16%) e Nimbus firmaram parceria para tratamento oral da obesidade.

A Lockheed Martin subiu 1,99%. A empresa fechou parceria com Pentágono para produção de mísseis. Por outro lado, a petrolífera Chevron caiu 4,5%, acompanhando queda do petróleo no mercado internacional e o noticiário do setor. A seguradora AIG recuou 7,5% com anúncio de troca no comando.

As bolsas aceleraram alta com os PMIs de serviços e composto de dezembro dos EUA, que recuaram, mas se mantiveram acima da marca de 50, o que indica expansão da atividade. Ainda nesta terça, o diretor do Fed Stephen Miran afirmou que a política monetária americana segue excessivamente restritiva e que cortes mais agressivos nos juros são necessários.

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Por Redação Folha de Guarulhos.

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