O ex-presidente dos EUA Bill Clinton e a ex-secretária de Estado Hillary Clinton estavam tentando chegar a um acordo na noite de segunda-feira, 2, para cumprir uma intimação do Congresso para seu depoimento em uma investigação da Câmara sobre o condenado por crimes sexuais Jeffrey Epstein, mas o republicano que lidera a investigação disse que um acordo não foi alcançado.
O deputado James Comer, presidente do Comitê de Supervisão da Câmara, estava avançando com acusações de desacato criminal ao Congresso contra ambos os Clintons na noite de segunda-feira por desafiar uma intimação do Congresso, quando um porta-voz dos Clintons, Angel Ureña, sugeriu que eles testemunhariam, postando nas redes sociais que o casal “estará lá”.
Comer, no entanto, disse que não estava imediatamente retirando as acusações, que poderiam acarretar a ameaça de uma multa substancial e até mesmo encarceramento se aprovadas pela Câmara e processadas com sucesso pelo Departamento de Justiça.
“Não temos nada por escrito”, disse Comer aos repórteres, acrescentando que estava aberto a aceitar a oferta deles, mas “depende do que eles disserem”.
Comer, mais cedo, rejeitou uma oferta dos advogados dos Clintons para que Bill Clinton conduzisse uma entrevista transcrita e Hillary Clinton submetesse uma declaração juramentada. Fonte:
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast


