Klabin registra lucro líquido de R$ 168 milhões no 4º trimestre, queda de 69% ante 1 ano

A Klabin reportou nesta quarta-feira, 11, um lucro líquido de R$ 168 milhões no quarto trimestre de 2025, o que representa uma queda de 69% sobre o mesmo período de 2024.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado somou de R$ 1,832 bilhão nos últimos três meses do ano, praticamente estável ante o trimestre correspondente de 2024.

A receita líquida somou R$ 5,165 bilhões no quarto trimestre, queda de 2% ante o reportado um ano antes. O movimento, segundo a Klabin, se deu especialmente pelo efeito das paradas de manutenção programadas de Ortigueira e Correia Pinto no trimestre.

A companhia sinaliza que as paradas de manutenção foram conduzidas integralmente dentro do cronograma e do orçamento previstos e a retomada da produção ocorreu conforme planejado, com as unidades operando novamente em plena capacidade.

Resultado consolidado

A Klabin apresentou lucro líquido de R$ 1,678 bilhão no resultado consolidado de 2025, com queda de 18% frente ao apresentado um ano antes.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado totalizou R$ 7,848 bilhões no ano, com alta de 7% frente ao visto em 2024. A receita líquida somou R$ 20,698 bilhões ao longo de 2025, com alta de 4% sobre o ano anterior.

A companhia afirma que o ano de 2025 exigiu resiliência e capacidade de adaptação das empresas em todo o mundo e que a Klabin respondeu a esse cenário com “disciplina, eficiência e protagonismo”.

“Em um contexto marcado por oscilações econômicas globais, barreiras tarifárias e mudanças estruturais nas cadeias produtivas, o modelo de negócios da companhia demonstrou força ao preservar competitividade e avançar em frentes essenciais do seu ciclo de colheita”, afirma a administração.

Para a Klabin, a consolidação dos investimentos realizados nos últimos anos – como o avanço das máquinas de papel 27 e 28 (MP27 e MP28), a evolução de Piracicaba II (Projeto Figueira) e a integração dos ativos florestais do Projeto Caetê – fortaleceu a eficiência operacional da empresa e ampliou sua capacidade de resposta às condições de mercado.

No ano de 2025, a companhia somou em volume de vendas 4,008 milhões de toneladas, uma alta de 4% ante 2024.

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Por Redação Folha de Guarulhos.

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